Nesta instalação imersiva, transformamos o ateliê em um horizonte de investigação para os alunos do 1º ao 5º ano. Aqui, a obra de arte não é um monólogo, mas um convite ao diálogo. Ao provocarmos as crianças a suspenderem suas perguntas no espaço, validamos a curiosidade como ferramenta de apreciação: a arte deixa de ser apenas algo para ser visto e torna-se algo para ser interrogado. Neste encontro, descobrimos que a obra ganha vida e nos responde quando temos a coragem de perguntar. É um exercício de olhar, sentir e pensar, onde a dúvida faz parte da relação obra/expectador, provocando os alunos a levantarem hipóteses sobre o que é arte.